Petrolândia

Políticas públicas

O TCE-PE tem desenvolvido diversos trabalhos focados em políticas públicas e questões críticas da gestão pública. Esses trabalhos estão organizados por áreas temáticas e representados por círculos nas cores verde, amarelo e vermelho.

Esses trabalhos estão organizados por áreas temáticas e representados por círculos nas cores verde, amarelo e vermelho.

Para mais informações, explore cada área temática disponível.

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Conheça mais sobre Petrolândia

Petrolândia é um município localizado no Vale do do São Francisco de Pernambuco. A cidade fica às margens do Rio São Francisco e a aproximadamente 404 quilômetros do Recife. 

Sua população foi estimada em 36.901 habitantes, conforme dados do IBGE de 2020, sendo o 57º município mais populoso do Estado. Petrolândia tem o sexto maior PIB e o quarto maior PIB per capita do Estado. Icó-mandantes é seu único distrito. De povoados, Petrolândia possui Atalho, Brejinho da Serra, Brejinho de Fora, Sítio Serra Vermelha e Projeto Apolônio Sales.

Educação

Informações do site oficial da Prefeitura do município revelam as estruturas e condições da área de Educação. De acordo com o sítio, as atribuições da Secretaria de Educação são: promover ações de expansão e difusão do ensino em todos os seus níveis e modalidades; manter e expandir a rede pública de ensino; promover ações voltadas à prática esportiva e às atividades de educação física; desenvolver programas permanentes de melhoria da qualidade de ensino e da capacitação do quadro docente do Município. 

Conforme o último levantamento publicado pelo IBGE (2019), o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do município registrou 5,4 para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental (colocação em 50º no Estado e 3381º no país) e 4,0 para os Anos Finais do Ensino Fundamental (146º no Estado e 4057º no país), ambos os indicadores da rede pública. O Ideb é utilizado para medir a qualidade do aprendizado e estabelecer metas para melhoria do ensino, avaliando o fluxo escolar e as médias de desempenho. Ainda segundo o IBGE, em 2018, Petrolândia dispunha de 45 escolas para o ensino fundamental e 6 para o ensino médio.

Saúde

A Prefeitura do município estabeleceu que cabe à Secretaria de Saúde: administrar os recursos orçamentários e financeiros destinados à saúde; elaborar as políticas de saúde de acordo com as diretrizes do SUS; executar ações que visam garantir a prevenção de doenças, proteção e promoção da saúde da população; atender de forma integral, universal e equânime, garantindo acesso da população a todos os níveis de serviços, contemplando ações de promoção, proteção e recuperação da saúde individual e coletiva; promover a vigilância à saúde, implantando e implementando ações e programas de vigilância ambiental, epidemiológica e sanitária; promover assistência à saúde e social aos servidores municipais; executar, no âmbito municipal, a política de insumos e equipamentos para atender os serviços de saúde; promover, no âmbito do município, a fiscalização e o controle das condições sanitárias, de higiene, saneamento, alimentos e medicamentos.

O IBGE informou que a taxa de Mortalidade Infantil média (2019) na cidade é de 7,12 para 1.000 nascidos vivos (colocação em 145º no Estado) e as Internações por Diarreias (2016) são de 1,3 para cada 1.000 habitantes (36º no Estado). De acordo com o Wikipédia, o município conta atualmente com 20 unidades de saúde públicas ou privadas (hospitais, clínicas, ambulatórios e postos).

Economia

O PIB per capita de Petrolândia atingiu o valor de R$40.379,67 em 2019, segundo o IBGE. As atividades econômicas predominantes são a indústria, comércio, agropecuária e turismo.

Política

Petrolândia já teve 09 prefeitos, onde 04 foram reeleitos.

História

Colonização: A região começou a ser colonizada no século XVIII, quando fundaram as fazendas Brejinho da Serra e Brejinho de Fora. Os primeiros núcleos de povoamento surgiram onde havia uma frondosa árvore de jatobá e um bebedouro para o gado. Por causa disso, o povoado ficou conhecido como Bebedouro e Jatobá.

Em busca de apoio político para se sustentar no poder, o Imperador D. Pedro II, em 1859, visitou a região conhecida por Sertão do Submédio São Francisco, com longa excursão por cidades ribeirinhas entre as atuais margens de Alagoas, Sergipe e Bahia. Onde atualmente é situada a cidade Delmiro Gouveia, o Imperador conheceu a cachoeira de Paulo Afonso.

Depois da visita, Dom Pedro II distribuiu títulos nobiliárquicos na região e, tempos depois, autorizou a construção de uma ferrovia na região, que seria denominada Paulo Afonso, para ligar economicamente o Alto e o Baixo São Francisco, separados por obstáculos naturais, como cachoeiras e corredeiras, que impediam o transporte fluvial.

Em Petrolândia foram construídos um cais e uma estação da ferrovia. Esta linha era uma ferrovia isolada das outras e foi construída no início dos anos 1880 para ligar os dois pontos do rio São Francisco onde, entre eles, não era possível a navegação. 

A estação local recebeu o nome de Jatobá, nome do povoado onde foi construída. O porto fluvial para receber e embarcar cargas que vinham pelo rio e que seguiam de ou para Piranhas, cerca de 115 km rio abaixo, ponto final da ferrovia, em Alagoas, onde ficava a maior parte da ferrovia, que não cruzava o rio São Francisco, percorrendo sempre sua margem esquerda. 

Em 1887, a sede do município de Tacaratu foi transferida para o povoado de Jatobá, pela primeira vez, devido ao crescimento e desenvolvimento do povoado, causado pela ferrovia. No entanto, as lutas políticas entre grupos da região e mais a construção de outras ferrovias, em Juazeiro e Pirapora, também nas margens do rio, cidades que passaram a ser ligadas por vapores fluviais, o comércio em Jatobá decaiu bastante. Para piorar, em 1906 e em 1919 o rio transbordou e destruiu diversas casas em Jatobá. Como resultado, a sede do município voltou novamente para Tacaratu, em 1928. 

Em 1935, Jatobá passou a se chamar Itaparica, nome de uma das cachoeiras próximas. A estação ferroviária mudou de nome também e, em 1943, Itaparica voltou a ser a sede do município. No final desse mesmo ano, mudou outra vez de nome. Passou a ser Petrolândia, em homenagem a Dom Pedro II. 

?Em 1964, a ferrovia encerrou suas atividades, sob alegação de ser altamente deficitária. Os rumores desse fechamento vinham desde 1942 e somente por pressões políticas a ferrovia continuou funcionando por mais 20 anos.

No dia 6 de março de 1988, a sede administrativa de Petrolândia foi oficialmente transferida para uma nova cidade, construída às margens da BR-316. O centro da antiga cidade e vários povoados situados em áreas próximas ao rio foram alagados para a construção da Usina Hidrelétrica de Itaparica, posteriormente renomeada Usina Hidrelétrica Luiz Gonzaga. A população foi reassentada em bairros da Nova Petrolândia, em agrovilas e projetos de irrigação. 

?A partir do enchimento do Lago de Itaparica, além das atividades pecuárias e agricultura de sequeiro tradicionais, novas atividades foram implantadas ou cresceram em importância no município, como a piscicultura em tanques redes e a fruticultura irrigada.

Geografia

?O território municipal, segundo o IBGE, é de 1.056,592 km², estando a 404 km² de Recife. Ao Norte fica o município de Serra Talhada; ao Sul, o município de Jatobá e o Estado da Bahia; ao Leste, o município de Tacaratu; e ao Oeste, o Estado da Bahia.

O relevo de Petrolândia é remontado basicamente pelo Planalto da Borborema, uma das principais causas pela seca do sertão, já que o planalto impede a chegada de chuvas na região, causando grandes estiagens.

Cultura, Turismo e Lazer

Pontos turísticos

Passeios de barco pelo Rio São Francisco;

Mirante da Serrota;

Casa de farinha;

Ilha de Rarrá;

Serrote do Padre;

Igreja do Sagrado Coração de Jesus (semi-submersa).

 

Esporte

Petrolândia possuiu um clube no Campeonato Pernambucano de Futebol, o Grêmio Lítero Recreativo de Petrolândia, que jogava no Estádio Municipal Manoel Anísio Mota ou Galegão.

Fontes: IBGE, Prefeitura de Petrolândia e Wikipédia.